quinta-feira, 23 de setembro de 2010

INFERNO ASTRAL



Dizem que estou no meu "inferno astral", pois sim, concordo!
Um período que estou avaliando meus sentimentos e percebendo uma certa apatia neles...
O trabalho não me estimula tanto, estou no automático.
O meu amor está ali em stand by até sei lá Deus quando.
Me sinto tão só e com um sentimento tão forte que isso não vai mudar que até desconfio de energias negativas voltadas pra mim!
Gente, eu não faço mal a uma mosca! Só "as Matildes"(moscas varejeiras que rondam minha sala no trabalho).
Eu não desejo mal a seu ninguém, "ele" sabe disso!
No fundo tenho medo de começar a deixar de sentir alguns sentimentos de tão ausentes que eles estão! Já não sinto urgência! Sei que a paixão acaba um dia, mas tá tudo calmo demais, não gosto disso.
Meu psicólogo disse que eu sou uma pessoa assertiva, mas ultimamente tenho tido muita vontade de ficar na minha, de não falar como antes, cobrar, ando cansada...
A idéia de ver os dias passando sem expectativa alguma me deixa apreensiva e ao mesmo tempo muito indiferente... isso é muito ruim!
Que este inferno astral passe logo e que toda essa minha desconfiança não seja mais que pura neura minha!

Beijos,
Celina.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

SINTONIA



A insegurança bate à minha porta!
Fazia tempo que não me sentia assim.
Não sou uma mulher ciumenta, nunca fui, isso é o que me preocupa!
Acho que por conta de como tudo ficou: sem datas, sem prazos, sem definições...
Fiquei decepcionada comigo mesma, por que não fui firme em minhas condições, com medo de perder, por que no fundo sabia que, por falta de coragem, perderia.
Meu amor tá aqui guardado, doido pra ser vivido plenamente mas até quando eu não sei...
A vida tá correndo, coisas acontecendo, o mundo tá girando e eu aqui parada esperando.
Ando muito passiva pro meu gosto, eu não sou assim.
A insegurança vem na forma do inesperado, do acaso, da oportunidade e da distância que me deixa incapaz.
Procuro não sintonizar com a tristeza, nem com o baixo astral, nem com as tentações.
Os assédios aparecem mas me sinto imune a eles, não sei até quando!
Procuro sintonizar com a confiança, com a alegria e a amizade.
Tento não deixar a insegurança chegar perto de mim, mas as vezes ela encosta e eu penso, me pergunto se tô perdendo tempo, se nunca vai ter um fim essa minha espera.
Às vezes ela ganha e acabo achando que não, infelizmente! :(


Celina.